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segunda-feira, 17 de outubro de 2011

A PRODUÇÃO DE TIRINHAS FU ESTÁ FICANDO CADA VEZ MAIS CARA!

As Rage Comics surgiram na internet e dominaram o mundo, inventadas para protestar a agua do vaso que batia na bunda de um usuario da internet que criou a primeira tirinha fuuu, o simpatico personagem que gritava fffffuuuuuuuu encantou a divertiu milhares de pessoas

Mas a pergunta que não cala: por quanto tempo??

Hoje o comércio de tirinhas fuu se arrasta pelo chão das zonas mais desvalorizadas da internet - parece que faz anos que não lemos uma tirinha de quatro quadradinhos

De acordo com o ministro da fazenda Guido Mantega esse sumiço acontece devido à queda dos energuminos

Opiniões a parte, o importante é que a produção está ficando cada vez mais cara, com um crescimento em media de 142,3719% diários, chan, criador das rage comics diz que não existe uma causa para o efeito mas um conjunto de situações

Chan defende a idéia de que a inflação, os juros, os altos impostos, a greve dos correios, a venda da maxis para a EA e o lançamento do mortal kombat 9 contribuiram para os preços em alta

O gráfico do crescimento pelo tempo expressa um linha que por pouco não fica vertical. o que nos leva a poucos produtos no mercado.


A especulação financeira é tanta que teorias conspiratórias foram formadas na tentativa de descobrir o alto preço das tiras fu

A teoria mais aceita é que uma sociedade secreta com 155 pessoas domina o mundo, possui 70% do dinheiro mundial e pretende diminuir a população universal e criar uma unica moeda para, estratégicamente, poder usufruir de todas as tirinhas fu do planeta.

Outras teorias ainda surgem por aí, como a que Don Ramón Valdés tenha morrido após de câncer no pulmão 2 anos após ler todas as tirinhas fu do mundo, como sequela do esforço provocado pelos risos, porém já sabemos que essa teoria está errada, pois em seus documentos de óbito consta morte por overdose de drogas ilícitas.


Uma imagem que se vê pouco hoje em dia

O alto custo da produção de tirinhas fuu já acarretou uma queda acentuada em sua produção mas até que ponto isso pode chegar? O secretário dos tesoureiros do parlamento federal garante que em 30 anos não se conhecerá mais as tirinhas fu.

Hoje mesmo às tirinhas fu estão sendo trocadas por tirinhas independentes, com um número livre de quadradinhos, na vertical, com personagens desenhados de qualquer forma e que não terminam com fu


O livro Do outro lado do espelho escrito por Lara da Rocha Vaz Pato sobre as teorias meta-quânticas físicas sobre a velocidade superior a velocidade da luz, usa como exemplo na página 59 o limite físico-técnico mental de criar mais de 101.000 tirinhas fu.

As fábricas de tirinhas fu que ainda não fecharam as portas temem falência múltipla de órgãos estatais e estão desesperadamente suplicando por donativos e contribuições, quem não puder ajudar com dinheiro que ajuda à reviver o costume de rir com "rage comics"


O desespero é tanto que as ex-gigantes estão disponibilizando ferramentas gratuitas para criação e distribuição como por exemplo o "rage builder", um rage maker para iniciantes, e o "yankov", ferramenta profissional para qem deseja seguir carreira como rage maker. o yankov possui uma linguagem de programação integrada semelhante ao dev c/c++ que permite uma melhor edição para quem é expert no assunto.



Outro fator que nos leva a perder quantidades massivas de rage comics é o tráfico de tirinhas, há indícios de que empresários que vivem no leste do canadá e em parte isoladas da europa comandem traficantes por todo o mundo do crime organizado.

Tudo indica que uma fabrica de tirinhas fu clandestina existe no sul da Argentina, e é transportada ilegalmente até o Paraguai - daí elas são clonadas - parte é despachado para o méxico, o qual passa para o canadá escondido em bagagens aéreas, outra parte é levada para pontos diversificados da Europa como França, Bulgária, Eslovênia e outros 23 países.


A produção de tirinhas fu em fabricas de tirinhas fu clandestinas causa um prejuízo que chega à casa dos bilhões na infra-estrutura das fabricas fu, o que ajuda à encarecer ainda mais a produção dessas tirinhas.


Esse encarecimento além da diminuição de tirinhas está causando um retardamento na qualidade das tirinhas, que às vezes chegam à ficar sem-sentido




Um projeto de Brasília criado por Aquiles-pertalhão visa a criação de zonas industriais FU de alta densidade em 60% do território brasileiro, mas nós não precisamos de território mas de investimento no lugar de exploração, os altos impostos colocados em cima das ferramentas necessárias para criação dessas tirinhas acaba com todo o nosso fluxo de caixa.



Algumas dessas ferramentas são:

Adobe Affter Effects + pano verde - para poder gerar o efeito chroma key (como você acha que o fu faz para ficar com o fundo tão branquinho atrás?)

Dispensado, will!

Estúdio livre para fotografias + bloqueador de som (para que não se escute o fuu de fora do estúdio) + câmera + elementos de cenário + atores especialiados em interpretação de fuu (tem que ser muito profissional pra fazer o fuu igualzinho com a cara)

Computador com paint + editor profissionalizado em paint + servidor para guardar as tirinhas na rede mundial de computadores + counter strike



O jornal "The New York Times" escreveu uma redação sobre o assunto, disse que não será possível reviver a indústria fu se até o público está se perdendo.

Já o CNN concorda que as tirinhas fu são bem aceitas por todos mas as pessoas não procuram as tirinhas, mas querem que as tirinhas aparecem na página inicial do primeiro site que entrar - e concorda também que devido à isso será necessário à colaboração da grande google para isso - o que arranjaria conflito com o Yahoo! devido às centenas de milhões pagas pela gigante para ter suas páginas no topo do rank.




Ao Meu ver o retorno das tirinhas fu só pode acontecer de uma forma, e a contribuição de todos é crucial nesse momento - é necessária a compra de tirinhas fu para um maior arrecadamento e fluxo de caixa de empresas vitais para a produção - é necessário a ajuda coletiva de todos os cidadões na compra e também na produção, para reviver o hábito, precisamos de ajuda, precisamos de todos e também de você.

Compre uma tirinha fu e estará ajudando à reviver as Rage comics - quem nunca riu ao ver o biscoito quebrando no café seguido de um personagem gritando fuu no final? Quem não puder contribuir em dinheiro tanto faz, distribua cópias caseiras, precisamos fazer brotar no fundo da humanidade o gosto de ler tirinhas fuu - ou pode ser o fim.


Henrique_GJ, para o Naparada notícias. Litt.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Acre!! Lenda ou Realidade???

Bandeira Acreana.



Historia
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Segundo a lenda indígena, o território acriano é habitado há mais de 12.000 anos. Por volta do século III teriam surgido, às margens do lago Titica, os reinos Aimará e Quíchua. Mil anos depois ambos os reinos míticos teriam sido anexados ao Império Inca pelo Sapa Inca Pachacuti. Em 1535, Chico Bizarro, o conquistador do Império Inca, teria enviado seu irmãozinho caçula para o Acre onde ele fundou as lendárias cidades de Chuquisaca, Potosí, La Paz e Cochabamba. O Acre teria sido declarado independente em 6 de agosto de 1825, com o nome de República do Acre. Pelas próximas décadas o país permaneceu imerso numa série contínua de revoluções e guerras civis, que em muito contribuíram para mantê-lo na obscuridade. Em 1879 o Chile ocupou o porto acriano de Antofagasta, iniciando a chamada Guerra do Pacífico, na qual o Acre e seu aliado Peru foram derrotados pelo Chile. Ao ser despojado de sua única possessão litorânea, o Acre deixou de ter saída para o mar. Em 1899, a anexação do Acre pelo Brasil enfrentou fortes objeções, resultando na Revolução Boliviana. Em 1903, o governo brasileiro e os rebeldes acrianos assinaram um tratado de paz que reconhecia a anexação do noroeste do Acre pelo Brasil e a independência do sudeste do Acre sob o nome de República da Bolívia. Desde então nunca mais se teve notícias do Acre. Quanto à Bolívia, manteve a tradição acreana de perder todas as guerras que disputa. Em 1932, eclodiu aGuerra do Chaco, no qual morreram 50.000 bolivianos e 35.000 paraguaios. Em 1938, foi firmado um tratado de paz, segundo o qual o Paraguai ficava com 75% da região do Grande Chaco. Em 2006, o cacique boliviano Evo Morales ameaçou roubar nacionalizar as instalações da Petrobrás. O presidente Mula ordenou então a anexação do que restara da Bolívia, que tornou-se o estado brasileiro de Santa Cruz.